O Poder da Presença por Vania Ferrari e Anna Nogueira

Você já deve ter assistido alguma apresentação ou palestra em que o locutor não transmitiu segurança naquilo que falava. Ou mesmo você já deve ter passado por alguma situação na qual precisou se expressar, mas sua insegurança fez com que o seu corpo demonstrasse o oposto do que precisava dizer.

O Poder da Presença

Essas e outras situações são explicadas no livro O Poder da Presença de Amy Cuddy e no vídeo das palestrantes Vania Ferrari e Anna Nogueira do canal Pensamentos Transformadores, onde elas dão dicas para alinhar o que queremos dizer com o que corpo está transmitindo.

“A presença advém de acreditar e confiar em si, nos seus sentimentos, valores e habilidades reais e genuínas”, Amy Cuddy

Devemos nos concentrar menos na impressão que passamos aos outros e mais na impressão que passamos a nós mesmos. Uma pessoa carrega ferramentas e não armas, por isso é importante estarmos preparados para as ocasiões em que precisamos usá-las.

A presença nos prepara para situações desafiadoras, seja uma apresentação para um grande auditório, uma entrevista de emprego, ou o próprio dia-a-dia com familiares e líderes.

Os humores bem equilibrados curam problemas de saúde

No artigo anterior, falei sobre a questão da Distimia que nada mais é do que uma doença caracterizada pelo mau humor constante, entre outros fatores.

O nosso estado de espírito diz como o corpo deve se comportar e é por isso que a autora do livro O Poder da Presença afirma que deve existir uma sintonia entre o pensamento, o sentimento e o potencial de expressão.

Durante uma fala, é necessário que haja harmonia entre a postura, o tom de voz e os gestos do locutor, para que seja transmitida confiança aos ouvintes. Contudo, a confiança não pode ser forjada, pois do contrário o que ouve perceberá que algo soa falso naquele que fala. Quando isso ocorre, a chance de descrença e a perda de credibilidade são grandes.

Segundo Amy Cuddy, “o corpo e o cérebro fazem parte de um único sistema integrado complexo e belo. Experiências corporais, causam emoções, logo, podemos simular uma emoção até senti-la”.

Como ter presença?

O modo como conduzimos o corpo, a expressão facial, a postura e a respiração, afeta a forma como pensamos, sentimos e nos comportamos.

A presença é adquirida através do autoconhecimento. Precisamos entender nossas relações, nossos medos, emoções e saber lidar com elas. Quanto mais autoconhecimento, maior a chance de ter presença e de expressá-la.

A autora Amy Cuddy sugere um teste com 4 pontos a serem observados:

  1. Escreva três palavras que te descrevem.
  2. O que você tem de singular, que te leva ao sucesso?
  3. Cite um momento em que você se sentiu mais natural ou certo(a).
  4. Quais são os seus pontos fortes e como você os usa?

As respostas são pessoais e servem apenas para que cada um reflita sobre si e desenvolva o autoconhecimento.

Este é um exercício que deve ser feito várias vezes para buscar o tão esperado alinhamento, pois quanto mais claras as respostas ficarem, maior a chance de conseguir ter presença e segurança ao se expressar.

A partir desse autoconhecimento, devemos corrigir os pontos fracos e ter consciência do que nos fez fortes. Por exemplo: uma entrevista de emprego na qual você se sentiu tranquilo(a), seguro(a) e confortável.

Relembre o momento e procure aprender com ele: a preparação, a postura, a roupa, a respiração… Como você estava e como se sentia? Ao descobrir todos esses pontos, poderá munir-se deles em outras situações que precisar.

O que nossa postura quer dizer?

Segundo a autora do livro, as pessoas fazem os mesmos gestos, independente da cultura. Por exemplo: ao vencer uma corrida, a maioria dos atletas levantam os dois braços ao cruzar a linha de chegada. Esse gesto indica para o cérebro que a pessoa terá ou teve uma vitória.

Sendo assim, fazer esse gesto antes de alguma situação difícil, mesmo que não esteja participando de uma competição ou que ainda não tenha vencido, funciona como um ritual para alcançar a vitória. Ou seja, levantar os dois braços em “V”, passa uma mensagem positiva para o cérebro e nos leva a agir.

Uma outra posição bastante conhecida por transmitir segurança e confiança, é a “Pose da Mulher Maravilha”, que consiste em colocar as mãos na cintura e estufar o peito.

Ou mesmo a posição da “cobra” na Yoga. Segundo Amy Cuddy, essa posição aumenta o hormônio da confiança e reduz o hormônio da ansiedade, fazendo com que se tenha melhores resultados em determinadas situações.

Uma outra posição bem conhecida e que pode ser observada em reuniões gerenciais é a das mãos com as pontas dos dedos unidas. Esse gesto indica que estamos em sintonia com o conteúdo e demonstra que temos o domínio do assunto.

E por fim, a autora também cita uma prática para estimular alegria, que é a do sorriso falso. Escrevi recentemente sobre esse assunto para o site GreenMe.com.br. Consiste em um estudo que comprova a eficácia de colocar uma caneta entre os dentes, forçando um sorriso. Esse gesto estimula os músculos faciais, emitindo sinais de alegria e bem-estar no cérebro.

Além dessas dicas, outra muito eficiente para qualquer situação é o controle da respiração. Não é a toa que a meditação é tão recomendada para aprendermos a ter Controle e Equilíbrio Emocional. Veja a explicação desse benefício no artigo Meditação faz bem? O que diz a Neurociência?.

Presença, confiança e influência

Presença gera confiança que, por sua vez, ajuda a influenciar as pessoas. As palestrantes Vania Ferrari e Anna Nogueira do canal Pensamentos Transformadores, usam exemplos de liderança. Nesse caso, quando o líder é presente, ou seja, tem confiança e alinhamento dos sentimentos, expressões e fala, ele consegue fazer com que a equipe de fato trabalhe em conjunto.

Além disso, as pessoas mais presentes são mais abertas a críticas e não ficam se defendendo o tempo todo. Pegando novamente o líder presente como exemplo, a equipe dele tem total liberdade para apontar algum erro que ele tenha feito, sem que ele reaja ou receba mal determinada crítica/comentário. A reação violenta de um líder, pode estar relacionada com a falta de presença.

Você prefere ser guiado ou se guiar?

Quando temos conhecimento do nosso corpo e da nossa mente, passamos a operar de forma ativa e entendemos como funcionamos e como reagimos diante das situações.

Para reforçar esse conceito, é importante refletir os seguintes passos:

  1. Conheça seus valores;
  2. Desenvolva autoconfiança;
  3. Sinta segurança;
  4. Esteja aberto(a) para ouvir, aprender e melhorar;
  5. Torne-se uma pessoa mais apta para resolver problemas complexos;
  6. Exercite a sua capacidade de estar presente.

Uma coisa de cada vez!

Dados estatísticos citados por Vania dizem que “estamos 47% do tempo fazendo uma coisa e pensando em outra”. Esse é mais um indicativo de que devemos prestar atenção no momento presente.

Que tal começar usando menos o celular e olhando mais nos olhos? Certamente, conseguiremos ter mais presença dessa maneira!


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O novo normal já está velho?

Ou como diria a música da banda O Rappa: “O novo já nasce velho”

Ultimamente tenho acompanhado alguns conteúdos relacionados ao desenvolvimento humano e um deles me chamou a atenção, não só pela forma com a qual é apresentado, mas principalmente porque vai diretamente ao ponto.

Trata-se do canal Pensamentos Transformadores formado pelas palestrantes Vania Ferrari e Anna Paula Nogueira. Ambas possuem uma vasta formação na área de RH e, além de unirem seus conhecimentos e transmitirem para milhares de pessoas em seus vídeos e palestras, uniram-se também como um casal representando a diversidade.

Em um dos vídeos mais recentes do canal, Vania e Anna optaram por fazer um formato diferente do qual elas estavam acostumadas. Ao invés de publicarem o vídeo enxuto e editado como de costume, resolveram compartilhar a discussão que tiveram para elaborar o conteúdo do vídeo, sem edição ou cortes.

Isso gerou um vídeo de mais de 30 minutos, o qual resolvi transcrever aqui de forma mais resumida, pois embora os pontos abordados por elas sejam voltados para as organizações e a área de RH, são de grande valia para todas as pessoas.

O tema do vídeo é o novo normal já está velho? Coincidentemente, ouvi no mesmo dia a música “O novo já nasce velho”, da banda O Rappa e isso pra mim foi um sinal de que deveria fazer o registro da minha percepção sobre o vídeo delas aqui.

Abaixo vou colocar o conteúdo extraído do vídeo, com algumas observações para facilitar a compreensão.

O novo normal já está velho?

Coisas velhas que parecem novas representam um perigo. As pessoas estão chamando de novo normal uma coisa que já é velha. O novo normal é trabalho a distância, mas isso já é velho.

Nesse ponto Anna lembra de ter participado de um projeto piloto para trabalhar remotamente no ano de 2011.

Lives e eventos a distância, levar conteúdo para os colabores onde eles estiverem, sem a necessidade de reunir todo mundo no mesmo espaço… Apesar de estarem fazendo muito isso agora, essa tecnologia não é nova.

A vantagem dos participantes é a de estarem todos na primeira fila, sem a separação de área VIP.

Nos eventos online, há maior interação dos participantes e numa intensidade maior, sem a necessidade de se obedecer a uma hierarquia.

Coisa que não acontecia nos eventos presenciais.

Você não sabe o bastante nem para saber se está fazendo a pergunta certa. 

Essa foi uma frase impactante que Vania retirou do livro Reimagine de Tom Peters.

Muitas pessoas que participam dos eventos presenciais, quando tem a oportunidade de pegar o microfone para fazer alguma pergunta às palestrantes, não o fazem. Elas apenas aproveitam a chance para falarem sobre si mesmas e acabam não dando a chance de outras pessoas falarem algo de útil ou simplesmente fazer a pergunta certa.

Q.A. (Quociente de Adaptabilidade)

Anna fala sobre um TED de Natalie Fratto, onde ela enfatiza a necessidade de se trabalhar o chamado Q.A..

  • Q.I. (quociente intelectual) – Medido por onde a pessoa estudou, que experiências ela tem, que conhecimentos ela traz para a organização;
  • Q.E. (quociente emocional) – Qual a capacidade que a pessoa tem de construir uma equipe e de estabelecer boas relações dentro da organização;
  • Q.A. (quociente de adaptabilidade) – Como a pessoa reage a mudanças e como forçamos o nosso cérebro a simular.

O “e se”, ativa o cérebro fazendo com que sejamos pessoas cada vez mais adaptáveis. Questionar o que já sabe, ou seja, aprender a aprender. Jogar fora o que não serve mais para aprender o novo.


O que impede as pessoas de se adaptarem às mudanças?

Preguiça e medo.

Tem pessoas que não melhoram os processos porque vai dar trabalho. O processo é burro, é improdutivo, é caótico, é caro, mas se a gente for mexer no processo, teremos que falar com outras áreas, alinhar, discutir, mudar o formato… e eu tenho preguiça.

Ou eu tenho medo, porque vou expôr a minha ignorância, vou me expôr na organização, eu estava quietinho fazendo o meu, chegando no mesmo horário e indo embora no mesmo horário, ninguém mexia comigo.

Se eu começar a brigar com as pessoas para melhorar esse processo, as pessoas vão ver que talvez eu não seja tão bom, quanto as pessoas pensam.

Nesse novo “novo normal”, você terá que se mexer na cadeira!


O medo e a preguiça nos impedem de inovar.

Não é a tecnologia, não é a inteligência artificial, não é acesso a software e hardware, é muito mais humano. É de fato o nosso desejo de querer mudar o que fazemos diariamente.

Natalie cita um cara que criou uma bicicleta que vira para a direita e vai para a esquerda. Isso é para forçar o cérebro a entender que quando queremos ir para a esquerda, temos que virar para o outro lado. Assim como naqueles exercícios para treinar o cérebro, escrever ou escovar os dentes com a mão esquerda ou vice-versa.


Devemos ser mais subversivos, no bom sentido

Fomos ensinados que ser subversivo é ruim, mas não é. Tem que ter alguém na empresa para dizer “isso não faz o menor sentido, estamos passando vergonha”.

Ter como característica ser mais subversivo, mas também briguento pela coisa certa, porque isso vai estimular as pessoas a perguntar. A chave está aí: fazer novas perguntas, que podem ser simples ou complexas.

O exercício contínuo de perguntar e de propor é que vai gerar grandes mudanças.

Olhar para a organização não mais como um lugar rotineiro que eu TENHO que ir, “porque sim”…

“Eu não estou feliz na empresa onde eu trabalho, mas eu não posso ir embora porque o mercado de trabalho está ruim”.

Se você for bom, o mercado de trabalho é bom, se você for ruim, o mercado de trabalho é ruim.

Equipe idiota, líder idiota. Equipe genial, líder genial!

Prefiro dizer que o mercado de trabalho está difícil, do que atualizar minha rede, atualizar o meu LinkedIn, experimentar o contato com o mercado para de fato entender se está difícil mesmo ou se sou uma pessoa que posso migrar porque o mercado precisa de gente como eu.


QI, QE e QA são interdependentes

A partir do momento que você entende que precisa mexer no seu QA, automaticamente o seu QI vai mudar, assim como o QE que precisa estar preparado para essas mudanças.

Por exemplo, a pessoa que tem dificuldade de cognição, dificuldade de compreensão, não conseguirá desenvolver o QI, logo não conseguirá melhorar a capacidade de mudança.

A pessoa que tem problemas emocionais para assumir que está com algum problema ou está errada, também não conseguirá partir para a adaptação.

Busque primeiramente em você mesmo essas três competências e a partir daí, vai mudando o seu entorno.

Todo mundo quer ser reconhecido, mas para que isso aconteça, é preciso criar uma certa autoridade e reputação. E como conseguimos mudar tudo isso? Estudando!

Se a gente já tem o cenário atual, que já se consolidou, um cenário de retorno que caminha para ser igual ao que era antes, quando vemos o que chamam de reabertura da economia (pessoas voltando para os shoppings e carros como antes), talvez o novo normal seja o velho.


A gente vai voltar de onde a gente veio…

A gente só não vai voltar, se a gente de fato aplicar o QA e exercitar a simulação de cenários possíveis.

Por exemplo, um dos grandes problemas que temos nas grandes cidades é o transporte (público ou privado). A gente já viu que é possível trabalhar de casa, tendo eficiência, sendo mais produtivo…

Essa é uma das questões que precisamos levar para as organizações, quando voltarmos, para que essa seja uma prática contínua. É mais barato, é mais eficiente, contribui com a saúde emocional das pessoas, porque elas vão deixar de se estressar no caminho até o trabalho, então essa é uma prática que a gente precisa mudar.

Precisamos ser muito questionadores, não aceitar alguns argumentos, porque a gente testou, fomos obrigados a testar e a usar os novos modelos e a gente não pode deixar esses avanços retrocederem.

Porque se a quarta revolução industrial gerou um novo jeito de fazer negócio, um novo consumidor, essa revolução que fomos obrigados a participar, gerou um novo colaborador.

Então, se você empresa quer chamar para trabalhar grandes talentos, essas pessoas vão querer trabalhar de casa. Ou ainda, ser híbrido…


Modernidade líquida (livro de Zygmunt Bauman interpretado por Vania Ferrari)

Você não tem só o líquido… Você continua tendo o sólido e o gasoso.

Os sólidos são os nossos valores (missão, visão e valor).

O líquido é o método, que tem que ser fluido e tem que mudar toda hora. Se o líquido cai numa caixa, fica quadrado, se cai num aquário, fica redondo.

Os processos precisam ser revisitados e serem líquidos o tempo todo.

A cultura é gasosa, ela tem que circular entre nós e nós temos que sentir a presença da cultura, sem ter que ficar invocando-a toda hora.

O fogo transforma o gelo em água e a água em gás e ele simboliza o pensamento crítico.

O valor pode ser gasoso, pois precisa ser revisitado em questões urgentes para uma evolução. Diversidade que evoluiu para uma inclusão, por exemplo. No entanto, o valor não pode ser desconstruído.

Com base num conjunto de valores, qual o próximo passo que daremos como uma organização e como adaptamos alguns deles. A essência permanece a mesma.

O novo normal requer que você sempre melhore.


O novo normal nos fez descobrir que somos finitos.

A gente vai morrer, vamos perder o trabalho do qual somos tão apegados, teremos que dar um passo para trás em nossa carreira, porque isso é mais interessante para a nossa saúde, embora não seja interessante para o dinheiro.

Mas também, quem precisa de muito dinheiro se a gente vai morrer?


Finitude

O tempo é finito, sua carreira é finita, a sua vida é finita, a sua fornada de trabalho tem que ter fim, os recursos naturais são finitos, o mundo é finito…

Fala-se tanto em produtividade, mas por que, se tudo é finito?

Talvez o antônimo de produtividade não seja não fazer nada, mas sim fazer o melhor com pouco.

Outra questão levantada é que uma parte do nosso tempo, do que temos que fazer, será substituída pela tecnologia. Ou seja, vai sobrar tempo. A gente não preenche esse tempo da forma que estava, porque é insustentável.

Como a gente permite que sobre tempo pra gente inovar, pra aprender outras coisas, pra reduzir jornada, pra não fazer nada… é um novo uso de tempo, sabendo que ele é finito.

A inteligência artificial, vai recuperar um espaço de tempo que nós não temos que recuperar.

“Já que eu não tenho mais que fazer isso, eu vou encher o meu tempo de outras coisas”… Não!

Você vai ficar numa ociosidade saudável, vai cuidar da sua família, vai ver seus filhos crescerem, vai ver o por-do-sol, o nascer do sol…

A jornada tem que reduzir para você fazer bem feito da primeira vez. Quando você faz isso, você ganha tempo.


E como fazer bem feito da primeira vez?

Estudando!

Por isso que os três quocientes são interdependentes e complementares.

Não é para fazer mais rápido, é para fazer melhor.

A gente está na loucura do mais rápido, mais eficiente, mas na verdade temos que deixar mais tempo para viver, para refletir, para agir…

Uma das coisas que a gente mais reclamava antes da pandemia era que não tínhamos tempo. Quando chegou a pandemia, lotamos a agenda de trabalho, Lives, cursos online, atividade física online, meditação… Ou seja, a gente manteve o estresse emocional que a gente já não gostava no cenário anterior.


Temos que parar de fazer idiotice e deixá-la sólida.

A gente pega um processo ou uma ideia que deveria ser líquido ou gasoso e tornamos ele sólido.

Precisamos de salas com muitos “post-its” para mostrar que aquela equipe tem ideias… Só que é tanto “post-it” que depois não se sabe o que fazer com aquilo.

O excesso te paralisou.

O que é na sua vida o sólido idiota? O sólido imbecil? O sólido que se fossilizou?

Quais são os sólidos que você tem que transformar em líquido e gasoso ou ainda abrir o ralo e deixar ir embora?

Muitas pessoas dizem que não podem questionar muito, pois precisam sobreviver no trabalho…


Se você precisa sobreviver nesse trabalho, você está no lugar errado!

Você tem que viver o trabalho, gostar dele, se apaixonar pelas suas atividades.

Não precisa ser tudo, pois tem coisas da nossa rotina que não gostamos de fazer, mas a maioria das coisas precisa ser apaixonante.

Lembrando que apaixonante porque VOCÊ acha apaixonante. Não precisa idealizar projetos incríveis, mas sim enxergar e se encantar com coisas que talvez para os outros sejam encarados como rotinas chatas ou processos desinteressantes.

Você pode ter uma relação de paixão com o que você faz, seja a atividade que forE se você não tem, dá um jeito de automatizar para você se livrar dela.

Automatiza, terceiriza, cria um jeito de ganhar autoridade na sua empresa para você passar isso para outra pessoa. Cria um sucessor, faz ficar divertido e estimulante…


Vania e Anna finalizam o vídeo convidando a todos para que formulem suas próprias ideias a partir do que assistiram e compartilhar esse conteúdo com quem precisa.

Eu utilizo o meu site para estudar e divulgar assuntos que considero pertinentes para a minha formação pessoal e profissional.

Espero que esse conteúdo também possa ajudá-lo(a) de alguma forma. Se sim, deixe o curtir logo abaixo e compartilhe você também para ajudar mais pessoas! 😀

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